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HISTÓRIA DE JEQUIÉ


Foto: Zenilton Meira

O município de Jequié é originado da sesmaria do Capitão-Mor João Gonçalves da Costa, que sediava a fazenda Borda da Mata. Esta mais tarde foi vendida a José de Sá Bittencourt, refugiado na Bahia após fracasso da Inconfidência Mineira em 1789, com sua morte, a fazenda foi dividida entre os herdeiros em vários lotes. Um deles foi chamado Jequié e Barra de Jequié

Em pouco tempo, Jequié tornou-se distrito de Maracás, e se desmembrou em 1897.

A partir de 1910 é que se tornou cidade e já se transforma em um dos maiores e mais ricos municípios baianos.

CONTRASTE NA PAISAGEM
Cidade bastante pacífica e a sexta populosa da Bahia, Jequié tem um clima agradável que varia de 13 a 36°C e um povo dos mais hospitaleiros. Sua população se destaca pela beleza herdada da mistura das influências originais de índios e negros somada àquelas dos imigrantes italianos e árabes. O topônimo do município, que alguns ainda insistem em escrever sob sua forma de “Jequié”, tem origem na língua dos tapuias, seus primeiros povoadores. Para eles, o termo “Jequie” designava onça ou jaguar. Vale observar que antigamente o jaguar era visto com grande frequência na região.
O Rio das Contas, que é o principal da região, tem 508 Km de extensão e nasce na Chapada Diamantina, mais especialmente na serra das Trombas. Na margem direita seus principais afluentes são o Antônio, o Gavião e o Gongogí, enquanto na esquerda recebe o São João, o Sincorá e o Jacaré. É um rio de planalto, diamatífero, de regime torrencial.
O município também é cortado pelo rio Jequiezinho, Preto do Costa e Preto de Criciúma, pelos riachos Baeta, Boa Esperança, Catingueiro, Caldeirão do Costa de Cima , Fundo, do Grama, do Golfo, Itapicuru, Jiboia, João Novo Maracás, do Moquém, São João, São Pedro ou Missão e Santa Rosa, pelos córregos de Água Vermelha, Bateia, Castanho, Macuco, Morro Verde e Pelado, assim com pelas lagoas do Barreiro e dos Patos

Em plena zona de transição entre a mata e a caatinga árida, Jequié apresenta paisagens contrastantes. Enquanto na zona semi-árida se cria gado e se sofre os efeitos da seca, na zona úmida se planta cacau e chove o ano inteiro. Ou seja, a mata de cipó e a caatinga arbústica se encontram na região.

Hoje, Jequié desfruta da posição de importante centro regional e oferece todas as facilidades e confortos da vida moderna.

 

 
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  Rua 7 de Setembro, nº 7, Centro, 45200-000 Jequié, Brazil
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14:00 - 18:00
sáb.:
  08:00 - 12:00
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